A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) abriu uma investigação interna para apurar denúncias de que um aluno da instituição teria enviado, em um grupo de WhatsApp, mensagens de cunho racista contra a memória de Marielle Franco (foto em destaque).
O anúncio ocorreu após Luyara Franco, filha da vereadora, publicar um vídeo em seu perfil nas redes sociais afirmando que um aluno teria se sentido confortável para chamar Marielle de “macaca” e questionar como ela conseguiu pagar a própria faculdade. A vereadora se formou em Ciências Sociais na PUC-Rio.
“A PUC-Rio, alicerçada em sua identidade e missão, repudia veementemente qualquer ato discriminatório cometido por membro de sua comunidade. Racismo e injúria racial são crimes graves, que devem ser apurados pelas autoridades competentes, nos termos da lei”, afirmou a universidade em nota.
1 de 3O anúncio ocorreu após Luyara Franco, filha da vereadora, publicar um vídeo em seu perfil nas redes sociais afirmando que um aluno teria se sentido confortável para chamar Marielle de “macaca”
Reprodução/Instagram
2 de 3O aluno também teria questionado como ela conseguiu pagar a própria faculdade
Reprodução/Instagram
3 de 3A universidade afirmou ter tomado todas as medidas administrativas e legais cabíveis
Reprodução/Instagram
A universidade afirmou ter tomado todas as medidas administrativas e legais cabíveis.
“O racismo nega essa dignidade e fere toda a comunidade. Por isso, nosso compromisso não se encerra na apuração deste caso nem na adoção das medidas cabíveis, mas se renova no compromisso com uma educação antirracista e com a preservação da memória de mulheres como Marielle Franco, que é parte da história desta Universidade.”




































