Tropa de choque de Lula quer espaço no governo em 2027

Aliados próximos de Lula esperam ocupar ministérios no quarto mandato do presidente, a partir de 2027. O grupo inclui Fernando Haddad, que disputou o governo de São Paulo, além de Benedita da Silva, Gleisi Hoffmann, Paulo Pimenta, Randolfe Rodrigues, Simone Tebet e Marina Silva, que concorreram ao Senado. Nenhum deles conquistou mandato em 2026.

Os aliados esperam que a atuação nas campanhas eleitorais conte na escolha dos ministros do próximo governo. Nos bastidores, o empenho nas disputas aparece como argumento para reivindicar espaço na futura equipe de Lula.

1 de 7

Fernando Haddad (PT-SP)

Reprodução/Campanha Fernando Haddad

2 de 7

Paulo Pimenta (PT-RS)

Kebec Nogueira/Metrópoles

3 de 7

Benedita da Silva (PT-RJ)

Bruno Spada/Câmara dos Deputados

4 de 7

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Agência Câmara

5 de 7

Randolfe Rodrigues (PT-AP_

Metrópoles

6 de 7

Simone Tebet (PSB-SP)

Divulgação

7 de 7

Marina Silva (Rede-SP)

Malu Lopes/Metrópoles

Uma fonte ligada ao governo afirma que esses aliados “foram pro sacrifício” ao aceitar atuar em disputas eleitorais difíceis. Segundo a fonte, eles esperam que o presidente leve esse esforço em conta ao escolher os integrantes do próximo governo.

A mesma fonte explica que Lula usa a expressão “contrabando de opinião de terceiros” para criticar pessoas que apresentam ideias próprias como se fossem decisões do presidente. A frase expressa o incômodo de Lula com interlocutores que falam em seu nome ou atribuem a ele posições que ainda não assumiu.

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da Coluna Grande Angular

Segundo apuração da coluna, Lula só deve começar a discutir a formação do novo governo após o feriado de Finados, na próxima segunda-feira (2/11).



Tribunal Brasília

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