Osnairdson da Silva Pinheiro, conhecido como “Maxixe”, investigado por integrar um grupo ligado à facção criminosa Comboio do Cão (CDC), que impunha sentenças de morte e tortura em São Sebastião (DF), se apresentou à 30ª Delegacia de Polícia e foi preso nessa quarta-feira (28/10).
Apontado como um dos integrantes do braço armado do grupo que atuava na região do Capão Comprido, “Maxixe” era considerado foragido da Justiça no âmbito da Operação Estatuto, que investiga uma série de homicídios na região.
Segundo as investigações, cabia a “Maxixe” executar as sentenças impostas pelo grupo criminoso. Ele é apontado como o responsável pela morte de um jovem de 20 anos, em 26 de setembro de 2026, no Capão Comprido.
De acordo com a investigação, a vítima foi acusada de furtar drogas do grupo e um aparelho celular. Por causa disso, teria sido submetida a uma sessão de tortura, quando foi atingido por pauladas nas mãos. As agressões foram filmadas e divulgadas nas redes sociais como forma de intimidação. Em seguida, o jovem foi morto a tiros.
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do Metrópoles
Veja:
O preso tem antecedentes criminais por delitos graves, entre eles homicídio, latrocínio e roubo.
Prisão de “Diamantão”
Na segunda-feira (26/10), policiais civis da 30ª Delegacia de Polícia, em São Sebastião, prenderam outro investigado por integrar o grupo suspeito de impor sentenças de morte. Vitor Rodrigues de Souza, conhecido como “Diamantão”, foi capturado em Ceilândia (DF).
A ação contou com o apoio da Divisão de Operações Aéreas (DOA). Ao perceber a aproximação dos policiais, “Diamantão” tentou fugir pelos telhados de casas vizinhas, mas foi alcançado e preso.
Além de Vitor e Osnairdson, Jamielson Costa, conhecido como “Parazinho”, também é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por suposto envolvimento em uma série de crimes violentos no Capão Comprido, em São Sebastião.
Momento da prisão do Maxixe
Osnairdson da Silva Pinheiro
Parazinho que continua foragido
Operação Estatuto
A prisão de “Maxixe” e “Diamantão” se somam a outras capturas realizadas durante a Operação Estatuto, incluindo a do homem apontado como líder do grupo, em 15 de outubro, a do suspeito de coordenar as sessões de espancamento e a de uma mulher investigada por integrar a organização criminosa.
Com a nova prisão, nove pessoas foram capturadas nos últimos 14 dias. As investigações continuam para localizar o último foragido, conhecido como “Parazinho”.




































