Equipes das forças de segurança do Distrito Federal realizam, nesta terça-feira (28/7), um simulado de acidente aeronáutico no restaurante The Plane Experience, na Asa Sul (DF). A atividade encena a queda de um avião em área urbana para testar e aprimorar os protocolos de resposta rápida das corporações.
O treinamento mobiliza bombeiros, policiais, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e demais órgãos envolvidos em ocorrências de grande porte.
Segundo o tenente Keldison, da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), a simulação prepara as equipes para situações que podem ocorrer a qualquer momento.
“Esse fato nunca sabe o que pode ocorrer no dia a dia, seja um atendimento simples, seja um atendimento grave como um acidente de aeronave numa área central.”
O militar explicou que o local foi escolhido por reunir características semelhantes às de uma aeronave e por estar em uma região sobrevoada por aviões.
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do Metrópoles DF
“Todas as aeronaves de Brasília circulam por esses espaços, então por isso a gente escolheu aqui especificamente, até porque a gente tem de fato uma estrutura real de um avião”, disse.
De acordo com a comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Shirlene Costa, a primeira resposta à ocorrência será feita por seis grupamentos especializados, com apoio da aeronave da corporação.
Caso seja necessário ampliar a operação, outros cinco grupamentos das regiões mais próximas poderão ser acionados. Também há previsão de convocação de bombeiros que estiverem na segunda folga da área operacional.
“Nós temos, por exemplo, o grupamento de busca e salvamento, nós temos o grupamento de incêndio florestal, que entra com produtos perigosos aqui na atuação. Temos também o treinamento que nós fazemos sempre, diariamente, com programas de treinamento operacional. Nos grupamentos multi-empregos, que são os grupamentos geralmente de resposta rápida, que são os mais próximos”, explicou Shirlene.
A simulação conta com 10 vítimas fictícias, além de 15 observadores e pessoas representando familiares dos supostos passageiros.
Ao todo, mais de 50 profissionais participam da operação, que utiliza viaturas, ambulâncias, aeronaves e agentes de trânsito, além de bombeiros, policiais, médicos, socorristas e servidores de diferentes forças de segurança.
Para garantir maior realismo ao treinamento, as equipes envolvidas só foram informadas sobre o local da ocorrência poucos minutos antes do início da simulação.
Segundo a organização, os impactos no trânsito devem se restringir ao entorno imediato do restaurante e aos deslocamentos das viaturas de emergência, sem previsão de bloqueios prolongados. As forças de segurança isolarão a área do falso acidente e farão o controle do tráfego durante a atividade.




































