Policial foi dopada e morta por ex-companheira que não aceitava término

Policiais civis da 124ª DP (Saquarema), com apoio da 129ª DP (Iguaba Grande), esclareceram detalhes da morte da policial civil Daniela Cunha Moreira, de 43 anos (foto em destaque). As investigações apontam que a companheira da vítima, inconformada com o fim do relacionamento de 13 anos, planejou o crime e contou com a ajuda dos próprios pais para matar a agente e ocultar o corpo.

Durante as diligências, os policiais localizaram o carro de Daniela escondido em uma residência no bairro Cidade Nova, em Iguaba Grande (RJ). O corpo da policial foi encontrado no interior do veículo. Além disso, duas armas de fogo foram apreendidas.

As investigações começaram após colegas da 124ª DP estranharem o desaparecimento da policial. Daniela estava escalada para o plantão, mas não compareceu ao trabalho. A ausência inesperada mobilizou os agentes, que iniciaram buscas e diligências até esclarecerem o crime.

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Esposa e sogros são presos por morte de policial achada em porta-malas

Imagem cedida ao Metrópoles

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Daniela Cunha Moreira, de 43 anos

Reprodução / Redes sociais

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Fachada da delegacia responsável pela investigação da morte da policial civil

Reprodução / Redes sociais

Ex e sogros participaram do crime

De acordo com as investigações, a companheira teria dopado Daniela e, com a ajuda do pai, a asfixiado dentro da residência onde o casal morava, em Saquarema. Na sequência, a mãe da suspeita teria auxiliado na ocultação do cadáver.

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Após o crime, os envolvidos utilizaram o carro da vítima para transportar o corpo até Iguaba Grande, onde tentaram escondê-lo para dificultar a descoberta do homicídio.

O trabalho investigativo, baseado na análise de imagens e no cruzamento de informações, levou os policiais até o imóvel onde o automóvel havia sido levado. No local, o morador chegou a afirmar que nenhum veículo havia entrado na garagem. Diante dos indícios já reunidos, os agentes realizaram buscas na residência, encontraram o carro escondido e localizaram Daniela já sem vida em seu interior.

A principal suspeita é a esposa de Daniela, de 38 anos. O pai dela foi indiciado por participação no homicídio, enquanto a mãe responderá por ocultação de cadáver.



Tribunal Brasília

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