{"id":34293,"date":"2026-11-02T10:31:55","date_gmt":"2026-11-02T13:31:55","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalcandango.com.br\/?p=34293"},"modified":"2026-11-02T10:31:55","modified_gmt":"2026-11-02T13:31:55","slug":"tradicao-e-homenagem-movimentam-cemiterios-do-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalcandango.com.br\/?p=34293","title":{"rendered":"tradi\u00e7\u00e3o e homenagem movimentam cemit\u00e9rios do DF"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>O Dia de Finados, nesta segunda-feira (2\/11) foi marcado por grande movimenta\u00e7\u00e3o no Cemit\u00e9rio Campo da Esperan\u00e7a, na Asa Sul, em Bras\u00edlia. Desde a manh\u00e3, centenas de pessoas passaram pelo local para prestar homenagens a familiares e entes queridos que partiram.<span class=\"highlight\"><strong> Na entrada do cemit\u00e9rio filas de carros mostram o movimento intenso de visitantes que chegavam com flores, velas e ora\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>As irm\u00e3s Tereza da Silva, de 72 anos, e Francisca Rodrigues, de 74. Moradoras de Ceil\u00e2ndia, sempre seguem a tradi\u00e7\u00e3o de homenagear os mortos no Dia de Finados. As duas foram ao Campo da Esperan\u00e7a para visitar os t\u00famulos de familiares. Segundo Tereza, seis parentes est\u00e3o sepultados no local.<\/p>\n<p>Aos 72 anos, Tereza afirmou que nunca deixou de comparecer ao cemit\u00e9rio no Dia de Finados. \u201cTodos os anos. Enquanto eu for viva, eu e ela, n\u00f3s nunca perdemos\u201d, contou, referindo-se \u00e0 irm\u00e3. Al\u00e9m das homenagens feitas nesta segunda-feira, as duas tamb\u00e9m costumam visitar os jazigos em outras ocasi\u00f5es.<\/p>\n<p>Tereza explicou que, durante essas visitas, as irm\u00e3s aproveitam para limpar os t\u00famulos e cuidar das sepulturas.<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029Vb5fRx32phHRJiFmFr3W\" class=\"flex justify-center items-center gap-3 px-3 py-2.5 bg-green-500 text-white! no-underline! font-bold rounded-full my-4\"><span class=\"inline-flex gap-3 items-center max-w-10\/12 text-sm leading-4.5 font-semibold font-sans tracking-tighter whitespace-pre-line md:whitespace-normal xs:max-w-9\/12 md:text-lg md:max-w-full\"><svg width=\"40\" height=\"40\" viewbox=\"0 0 24 24\" fill=\"currentColor\" aria-hidden=\"true\" class=\"shrink-0\"><path d=\"M17.472 14.382c-.297-.149-1.758-.867-2.03-.967-.273-.099-.471-.148-.67.15-.197.297-.767.966-.94 1.164-.173.199-.347.223-.644.075-.297-.15-1.255-.463-2.39-1.475-.883-.788-1.48-1.761-1.653-2.059-.173-.297-.018-.458.13-.606.134-.133.298-.347.446-.52.149-.174.198-.298.298-.497.099-.198.05-.371-.025-.52-.075-.149-.669-1.612-.916-2.207-.242-.579-.487-.5-.669-.51-.173-.008-.371-.01-.57-.01-.198 0-.52.074-.792.372-.272.297-1.04 1.016-1.04 2.479 0 1.462 1.065 2.875 1.213 3.074.149.198 2.096 3.2 5.077 4.487.709.306 1.262.489 1.694.625.712.227 1.36.195 1.871.118.571-.085 1.758-.719 2.006-1.413.248-.694.248-1.289.173-1.413-.074-.124-.272-.198-.57-.347m-5.421 7.403h-.004a9.87 9.87 0 01-5.031-1.378l-.361-.214-3.741.982.998-3.648-.235-.374a9.86 9.86 0 01-1.51-5.26c.001-5.45 4.436-9.884 9.888-9.884 2.64 0 5.122 1.03 6.988 2.898a9.825 9.825 0 012.893 6.994c-.003 5.45-4.437 9.884-9.885 9.884m8.413-18.297A11.815 11.815 0 0012.05 0C5.495 0 .16 5.335.157 11.892c0 2.096.547 4.142 1.588 5.945L.057 24l6.305-1.654a11.882 11.882 0 005.683 1.448h.005c6.554 0 11.890-5.335 11.893-11.893A11.821 11.821 0 0020.465 3.488\"\/><\/svg>Entre no canal de WhatsApp <!-- --><br \/>\n<!-- -->do<!-- --> <!-- -->Metr\u00f3poles DF<\/span><\/a><\/p>\n<h2>T\u00famulo de Ana Lidia<\/h2>\n<p>No cemit\u00e9rio da Asa Sul tamb\u00e9m est\u00e1 sepultado o corpo da menina Ana L\u00eddia Braga, menina assassinada aos 7 anos, em 1973. O jazigo se tornou um local de devo\u00e7\u00e3o popular na capital federal.<\/p>\n<p>Entre as visitantes estavam Esmeralda Pereira, de 65 anos, que foi acompanhada de Graciele Pereira, 28, e Idaiza Pereira, 69. As tr\u00eas passaram pelo<\/p>\n<p>Esmeralda contou que a visita ao t\u00famulo da menina faz parte de uma tradi\u00e7\u00e3o familiar. Todos os anos, ela e os parentes aproveitam a ida ao cemit\u00e9rio para acender velas e fazer ora\u00e7\u00f5es. \u201cSempre a gente vem, todos os anos. Passa aqui, acende uma vela tamb\u00e9m. E n\u00f3s acendemos a vela, oramos, fazemos nossas ora\u00e7\u00f5es\u201d, relatou.<\/p>\n<p>Segundo ela, a fam\u00edlia costuma visitar o local em grupos maiores, mas, neste ano, nem todos conseguiram comparecer. \u201cEsse ano n\u00e3o deu para vir todo mundo, porque o pessoal trabalha, outros est\u00e3o com problemas de sa\u00fade. Mas hoje somos s\u00f3 n\u00f3s tr\u00eas\u201d, explicou. Esmeralda acrescentou a irm\u00e3 \u00e9 devota de Ana L\u00eddia e inclusive, teve uma promessa atendida.<\/p>\n<h2>Atendimento aos visitantes<\/h2>\n<p>Para atender o p\u00fablico durante o feriado, a Secretaria de Justi\u00e7a e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) montou tendas de atendimento nos cemit\u00e9rios da capital. No Campo da Esperan\u00e7a, na Asa Sul, os visitantes podem obter informa\u00e7\u00f5es sobre servi\u00e7os funer\u00e1rios, registrar manifesta\u00e7\u00f5es na ouvidoria e receber acolhimento psicossocial.<\/p>\n<p>Segundo Gilce Sant\u2019Ana, representante da Sejus, a iniciativa busca oferecer suporte \u00e0s pessoas que procuram os cemit\u00e9rios durante o Dia de Finados.<\/p>\n<blockquote class=\"m-blockquote m-destaque\">\n<p>\u201cTem servidores da ouvidoria para fazer esse registro aqui. E tamb\u00e9m um acolhimento com a equipe psicossocial. \u00c9 um acolhimento pontual para a ocasi\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Gilce afirmou que a procura pelos servi\u00e7os tem sido positiva. \u201cTodos os anos a gente recebe muitos acessos e est\u00e1 sendo muito positivo. Tanto o servi\u00e7o de informa\u00e7\u00e3o, a gente j\u00e1 teve ouvidoria registrada, e esse servi\u00e7o de acolhimento tamb\u00e9m j\u00e1 fizemos\u201d, destacou.<\/p>\n<h2>Movimento<\/h2>\n<p>A expectativa da Campo da Esperan\u00e7a Servi\u00e7os Ltda., concession\u00e1ria respons\u00e1vel pela administra\u00e7\u00e3o dos seis cemit\u00e9rios do Distrito Federal,<span class=\"highlight\"><strong> \u00e9 que cerca de 400 mil pessoas visitem as unidades ao longo desta segunda-feira. Para receber o p\u00fablico, os cemit\u00e9rios abriram \u00e0s 7h, com entrada permitida at\u00e9 as 18h e encerramento das atividades \u00e0s 19h.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na Asa Sul, tr\u00eas port\u00f5es foram disponibilizados para a entrada de pedestres. O acesso de ve\u00edculos ao interior do cemit\u00e9rio est\u00e1 restrito a pessoas com autoriza\u00e7\u00e3o de vaga especial. A concession\u00e1ria tamb\u00e9m disponibilizou transporte interno gratuito, com vans que circulam, em m\u00e9dia, a cada 15 minutos.<\/p>\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m impulsiona a expectativa de vendas no com\u00e9rcio de flores e velas. Segundo pesquisa do Instituto Fecom\u00e9rcio-DF, 74% dos lojistas consultados esperam vender mais neste Dia de Finados. O levantamento aponta uma proje\u00e7\u00e3o de crescimento de 7,5% nas vendas desses produtos em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. O t\u00edquete m\u00e9dio esperado passou de R$ 60,33, em 2025, para R$ 110,59 neste ano, uma alta de 83,3%.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.metropoles.com\/distrito-federal\/dia-de-finados-tradicao-e-homenagem-movimentam-cemiterios-do-df\">Tribunal Bras\u00edlia <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dia de Finados, nesta segunda-feira (2\/11) foi marcado por grande movimenta\u00e7\u00e3o no Cemit\u00e9rio Campo da Esperan\u00e7a, na Asa Sul, em Bras\u00edlia. Desde a manh\u00e3, centenas de pessoas passaram pelo local para prestar homenagens a familiares e entes queridos que partiram. 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